quinta-feira, 12 de janeiro de 2012


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Ministro da Integração Nacional será ouvido em Comissão Representativa.
Depoimento está marcado para se iniciar às 15h30, no plenário do Senado.


O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, é aguardado na tarde desta quinta-feira (12) dar prestar explicações à Comissão Representativa do Congresso Nacional sobre as denúncias das quais é alvo.
A comissão foi convocada durante o período de recesso parlamentar especialmente para ouvir as declarações do ministro. O depoimento do ministro está marcado para se iniciar às 15h30, no plenário do Senado, mas a reunião da comissão tem previsão de começar às 14h30.  
Bezerra é alvo de denúncias segundo as quais privilegiou o estado natal, Pernambuco, na distribuição de verbas das chuvas; favoreceu o filho, o deputado federal Fernando Coelho (PSB-PE), com liberação de emendas parlamentares da pasta; e agiu para manter o irmão, Clementino Coelho, na presidência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf).
A presença do ministro perante a comissão foi fruto de um acordo firmado entre o próprio Bezerra Coelho e o presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP), que também preside a Comissão Representativa. A reunião do grupo foi convocada por Sarney na terça-feira (10).
A comissão representativa que vai ouvir Bezerra é integrada por oito senadores e 17 deputados, na maioria governistas.
A comissão recebeu dois requerimentos de convocação de Bezerra - um do PPS, na semana passada, e outro do líder do PSDB, Álvaro Dias (PR), nesta terça (10). Com o comparecimento espontâneo do ministro, os requerimentos poderão nem ser votados pela comissão.
Se não houver votação de requerimentos, será necessária somente a presença de um terço (três senadores e seis deputados) dos membros da comissão para que o ministro seja ouvido, informou a secretária-geral da Mesa do Senado, Cláudia Lyra. Segundo ela, todos os integrantes da comissão já foram notificados sobre a reunião.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011


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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Os mais roubados do Brasil

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Gol e Uno aparecem por primeiro na lista, mas Fusca e Monza continuam sendo furtados para comércio de peças no mercado negro

O Volkswagen Gol continua sendo o carro mais roubado ou furtado do Brasil. Pe­­lo dados mais recentes da Con­­federação Nacional das Em­­presas de Seguros Gerais, Pre­­vi­­dência Privada e Vida, Saúde Su­­ple­­mentar e Capitalização (CNSEG), até o início de novembro de 2011 foram registrados 35.636 ca­­sos com este carro. O número é bem maior que o do segundo veículo mais visado, o Fiat Uno, que teve 16.978 unidades furtadas ou roubadas nos primeiros 10 meses do ano.
A preferência pelo Gol se explica pela enorme quantidade de carros desse modelo em circulação nas ruas brasileiras. “O carro é o que está há mais tempo à venda e criou-se um mercado de peças roubadas atraente para os ladrões”, diz Neival Rodri­­gues Freitas, diretor executivo da Federação de Se­­guros Gerais (Fenseg).
Também aparecem na lista dos dez carros mais roubados, o Fusca, da Volkswagen, e o Monza, da Che­­vrolet. Mais uma vez a causa é o enorme apetite dos bandidos pelas peças desses veículos. São carros que têm uma frota representativa, mas não dispõem de um bom mercado de peças, o que abre brechas para o mercado negro.
Com base em dados do Denatran, a lista leva em conta não apenas os carros com seguro, mas toda a frota em circulação que paga o DPVAT, o seguro obrigatório de veículos. Segundo o órgão, nos dez primeiros meses deste ano foram registrados 215.040 casos de roubo ou furto. Quase todos são modelos mais populares, que circulam em maior número pelas ruas brasileiras. Veja a galeria ao lado com os dez modelos “preferidos” do bandidos.

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